Ginásio Poliesportivo...

A construção de um sonho
Comunitária inaugura ginásio poliesportivo

A obra
Estrutura mista
Piso especial
Isolamento
Visitas
Brilho no céu, festa na quadra
Alunos criam maquete do ginásio poliesportivo
As imagens

A CONSTRUÇÃO DE UM SONHO:
O ginásio poliesportivo é a realização de um sonho antigo de um grupo de pais, professores e funcionários da Escola Comunitária de Campinas. Erguido em um tempo recorde graças a um moderno projeto arquitetônico e de engenharia, o ginásio demonstra o crescimento, o comprometimento e a capacidade de construção da Comunitária, segundo José Antonio Cremasco, do Conselho Administrativo da SCEC. Ferrenho defensor da expansão da Escola, ele reconhece os esforços da Comunitária para a concretização desse sonho. “Essa obra é uma realização de todos os pais que, ao longo dos anos, toparam a ousadia de freqüentar essa escola”, declarou, emocionado, no evento de inauguração do ginásio poliesportivo. Na sua opinião, quem forçou a construção da quadra foram as crianças.
Cremasco também agradeceu, na ocasião, a toda a equipe envolvida na construção do ginásio, que é mais um capítulo na história da Comunitária.

“O importante dessa obra é que ela foi construída pela sociedade”, analisa. Para ele, era inadmissível que a Comunitária não tivesse um ginásio esportivo com uma quadra poliesportiva.“

Se objetivamos a formação integral do aluno, nada mais coerente do que a construção de uma obra desse porte”, declara. Na sua opinião, se o governo não fosse tão ´voraz` nos impostos, a Escola teria condições de construir outro ginásio apenas com a carga tributária.

“Por isso sempre digo que a Comunitária vai vivendo de sonho em sonho”, finaliza.


Volta ao menu

COMUNITÁRIA INAUGURA GINÁSIO POLIESPORTIVO:
1977: a educadora Amélia Pires Palermo e um grupo de pais,professores e funcionários fundam a Escola Comunitária de Campinas (ECC), que inicia seu funcionamento em 1978, em um prédio no Jardim Proença.
1984: a Comunitária muda-se inteiramente para a sede própria, construída às margens da rodovia D. Pedro I, em um terreno de 10 mil metros quadrados, adquirido de um loteamento da fazenda Santa Amélia.
2001: espalhada em uma área de aproximadamente 30 mil metros quadrados, a Comunitária comemora com seus 1.600 alunos a cerca de 600 familiares a inauguração do ginásio poliesportivo.
Na história da Escola Comunitária de Campinas, vários eventos quebraram a rotina do dia-a-dia, movimentando alunos, pais, professores e funcionários. No dia 23 de agosto, outra festa foi comemorada na Comunitária. Após seis meses de construção, a escola inaugurou o ginásio poliesportivo, um moderno projeto arquitetônico e de engenharia.



Volta ao menu

A OBRA:
A construção da obra foi feita a várias mãos. O projeto arquitetônico foi elaborado pela arquiteta Marília Fantinato Pansani Maia, enquanto o projeto estrutural e o acompanhamento da obra ficou sob a responsabilidade do engenheiro Gualter Afonso. A execução da obra foi feita pela MGM Construtora.
Para elaborar o projeto arquitetônico da obra, Marília reuniu-se com as professoras para conhecer o projeto pedagógico da Comunitária e identificar as principais necessidades da Escola, particularmente, da área de Educação Física.

“A partir de um estudo preliminar defini o projeto arquitetônico”, conta.
A partir daí, ela trabalhou em conjunto com o engenheiro Gualter e, posteriormente, com a MGM Construtora. “Foi um verdadeiro trabalho em equipe”, admite Gualter.


Volta ao menu

ESTRUTURA MISTA:
A construção com 2.300 metros quadrados foi executada em pouco mais de seis meses graças à estrutura de concreto pré-moldado. Projetado para ser uma quadra poliesportiva de multiuso, que no dia-a-dia pode ser transformada em três outras quadras – ou em três salas de aula – o ginásio tem um mezanino para as aulas e a sala de ginástica.
O local está sendo equipado com aparelhos de ginástica. Ainda no mezanino funcionará outra sala, independente, para a Educação Física. Ao todo, serão cinco salas de aula operando simultaneamente no mesmo ginásio.

“Essa é uma das principais características do projeto”, defende o diretor técnico da MGM.

“Viabilizando um projeto arquitetônico de estrutura mista em pré-moldados de concreto e estrutura metálica para um ginásio poliesportivo”, completa Mário Rubens Paradella, proprietário e diretor-técnico da MGM Construtora.


Volta ao menu

PISO ESPECIAL:
Os pisos do ginásio têm a tecnologia da marca Lisonda e foram escolhidos pelas características de cada salão: enquanto na quadra ele é alto nivelante em epóxi, sem emendas e com junta imperceptível, o da sala de ginástica é uma manta emborrachada, ideal para a prática da ginástica e outros esportes que tenham saltos e prováveis quedas, que apresenta amortecedores para evitar lesões esportivas.


Volta ao menu

ISOLAMENTO:
Outro diferencial do ginásio está na estrutura da cobertura e no sistema de circulação de ar. O isolamento termo-acústico foi obtido com a cobertura das conhecidas “telhas sanduíche”, um misto de alumínio com isopor que isola o ambiente do barulho externo.
Já a ventilação foi garantida com a instalação, em todo o contorno da obra, de brises de acrílico leitoso, módulos translúcidos que permitem a circulação de ar ao mesmo tempo que filtram a claridade excessiva dos raios de sol.
Essa estrutura permite que o ginásio seja usado durante o dia para as aulas, treinos e eventos sem a utilização de energia elétrica. O local tem também vestiários, sala de enfermagem e arquibancada para cerca de 600 pessoas.


Volta ao menu

VISITAS:
A construção do ginásio foi uma excelente oportunidade para que os 1.600 alunos da Comunitária conhecessem e acompanhassem a obra.
Passo a passo os alunos visitaram o ginásio, aprendendo com a arquiteta e os engenheiros as várias etapas do processo da construção civil.
“Foi uma experiência e tanto”, conta a diretora pedagógica da Comunitária, Amélia Pires Palermo.
“Só concretizamos este sonho devido ao trabalho voluntário e empenho de tantos pais que constituíram as diversas Diretorias da Escola, especialmente a Diretoria atual”, conclui.


Volta ao menu

BRILHO NO CÉU, FESTANA QUADRA:
O céu de Campinas ganhou por alguns instantes um brilho especial na noite do dia 23 de agosto. Uma queima de fogos ecoou pela noite, registrando um dos momentos mais significativos para a história da Comunitária: a inauguração do ginásio poliesportivo.
O evento foi marcado por atrações culturais e esportivas.
O grupo de acrobatas O UAUÊ AI OH Cia. Circense, de Campinas, e a Orquestra Sinfônica da Unicamp foram as atrações do evento, que teve início às 20 horas. Alunos e ex-alunos, pais, funcionários e professores lotaram a arquibancada do ginásio. A emoção era geral.

A Orquestra Sinfônica da Unicamp, regida pelo maestro Eduardo Ostergren, abriu a festa executando o Hino Nacional e o Hino da Comunitária, seguidos de uma programação especialmente preparada para a Escola. O isolamento acústico do ginásio garantiu a qualidade musical dos violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas e flautins, oboés, clarinetas, fagotes, trompas, trompetes, trombones, tubas, tímpanos e instrumentos de percussão.

Um grupo de artistas, dirigido por Bia Evrard, deu um show de acrobacia em duplas, individuais, escalada, acrobacia aérea em tecido e pirofagia, contagiando a platéia.
Emocionados com a festa, o casal Og Brasil e Cidinha Bernasconi – que acompanha a história da Comunitária desde sua fundação – estavam orgulhosos com a inauguração do ginásio.

“Sentimo-nos parte dessa família e por isso estamos radiantes com mais esta conquista da Comunitária”, declarou Cidinha.

“E inacreditável olhar para esse ginásio e lembrar que tudo começou com um grupo de 150 pais, há muitos anos. Foi uma luta dura, mas valeu a pena”, admitiu.

Og conhece bem a Comunitária: em 1986 foi diretor da área Administrativa.


Volta ao menu

CRIANÇAS CRIAM MAQUETE DO GINÁSIO POLIESPORTIVO:
As professoras Maria Helena G. Guimarães Marsico, Maria Ângela Palermo Coiado e Ana Regina Paioli B. Angi encontraram uma maneira criativa de trabalhar o conteúdo programático de Matemática com os alunos das 6ªs séries do Ensino Fundamental, dos períodos matutino e vespertino. Os alunos estudaram o conteúdo de área de medidas no próprio ginásio poliesportivo recém-inaugurado.

O resultado foi a construção de duas maquetes, que envolveram cerca de 140 alunos.
Após conhecer a obra, a planta do ginásio e colher informações com o engenheiro responsável, Carlos Motta, da MGM Construtora, e do mestre-de-obras Sebastião Pereira da Silva, cada período fez a sua própria maquete.

“Para isso os alunos estudaram o conteúdo de escala até perceberem qual era a melhor escala para fazer a maquete”
, explica Maria Helena.

O trabalho geral recebeu a ajuda de arquiteta Marília Fantinato Pansani Maia, que elaborou o projeto arquitetô nico da obra. Quem também colaborou no projeto foi a ex-aluna da Comunitária, Raquel Dezen Gaiolla, hoje estudante da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Campinas.

“O gostoso desse projeto é que ele abriu um leque de aprendizagem para os alunos”
, avalia Maria Helena.

Para as professoras, o ponto alto da experiência foi o envolvimento de várias classes no mesmo projeto. “A idéia não era estimular a competição, mas sim a integração de várias classes em um mesmo projeto”, explica Maria Ângela. O resultado agradou à Comunitária.

“Os alunos adoraram a experiência, assim como a arquiteta e o engenheiro, que se surpreenderam com o interesse dos alunos”, revela Maria Helena.

Volta ao menu

AS IMAGENS:

José Cremasco fala na inauguração do ginásio
Operário na construção do ginásio
.

Alunos recebem informações do engenheiro Carlos Motta.
.

.
O Maestro Eduardo Ostergren emocionou a platéia regendo a execução do Hino da Comunitária.
.
Og e Cidinha: radiante com a festa
.

.

.

.

.

Volta ao menu
.